Descubra se você é o maior vilão da sua lucratividade!

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Você deve ter observado que a entrada de investidor estrangeiro no início deste ano no Brasil cresceu bastante. O volume surpreendeu praticamente todo o mercado, chegando a mais de R$ 37 bilhões considerando apenas o mês de janeiro e a primeira semana de fevereiro de 2022.

Mas se compararmos com o volume financeiro que os mercados globais movimentam, esse valor torna-se pouco expressivo.

Quando falamos em alternativas de investimentos, as possibilidades são imensas, mas apesar disso, já reparou que a maior parte dos recursos para 99% dos investidores brasileiros estão no Brasil? E mais, muitos ainda deixam pelo menos uma parcela na poupança. Todos sabemos que deixar o dinheiro na poupança não tem vantagem nenhuma. Se você quer rentabilidade e liquidez, há opções que rendem mais que a poupança e que te dão a liquidez desejada. Se a preocupação é a segurança, também há alternativas melhores e que dão segurança ao investidor.

Mesmo diante desses argumentos por que a maioria ainda deixa uma parte ou todo seu dinheiro na poupança?

É preciso recorrer a área de finanças comportamentais para explicar esse processo de decisão, uma vez que se avaliarmos apenas o lado racional, não nos parece nada sensato manter o dinheiro na poupança nessas condições.

Logo, a resposta está relacionada com o comportamento e a preferência do investidor pelo que é conhecido e o desconforto com o que está distante ou pelo desconhecido.

Em outras palavras, somos mais suscetíveis a investir onde temos familiaridade mesmo sabendo que há outras opções melhores.

Entender que existe esse viés é o primeiro passo para o investidor não restringir seus investimentos. Ao limitar-se apenas ao que é familiar, o investidor pode perder oportunidades melhores de rentabilizar o seu dinheiro e construir um patrimônio. Ao mesmo tempo, ele pode se expor a um risco maior, pelo simples fato de que suas opções ficam reduzidas e ele passa a concentrar todo seu dinheiro em uma ou poucas alternativas.

Quando o processo de decisão de investimento não é baseado em análises criteriosas de perfil de investidor, horizonte de investimento, expectativa de retorno, riscos, cenário macroeconômico, entre outras premissas, ela passa a ter cunho puramente emocional.

O maior perigo em não tomar decisões racionais quando o assunto é investimento é o investidor se tornar o maior vilão da sua própria lucratividade.

A boa notícia é que a solução é mais simples do que você imagina. O conhecimento é o maior aliado dos investidores que alcançam seus objetivos e vivem dos rendimentos dos seus investimentos.

Como o conhecimento no mercado financeiro exige experiência, estudo profundo e contínuo, o papel do assessor de investimentos tornou-se fundamental à medida que como especialista, é a ele que o investidor deve recorrer para esclarecer suas dúvidas e ajuda-lo na estratégia de investimento para alcançar mais rápido a lucratividade desejada.

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